Aeronave é escoltada até aeroporto na Inglaterra, após ameaça de bomba

A avião levava 269 passageiros e 13 tripulantes.
A aeronave decolou de Doha e estava chegando a Manchester quando foi escoltada até o aeroporto pela RAF.

Caça militar acompanha avião com passageiros até o aeroporto de Manchester, no Reino Unido
Caça Typhoon acompanha o A330 da Qatar Airways até o aeroporto de Manchester, no Reino Unido. (foto: Matthew Cossar/AP)


Caças Eurofighter Typhoon da Real Força Aérea (RAF) escoltaram um Airbus A330-300 da Qatar Airways até o aeroporto de Manchester, na Inglaterra, nesta terça-feira (5), devido à suspeita da existência de um equipamento desconhecido a bordo.

De acordo com a BBC, a presença do equipamento foi informada pelo piloto da aeronave e tratada  como "emergencial" pela polícia de Manchester.

A polícia divulgou que um passageiro foi escoltado para fora da aeronave e detido sob suspeita de ter feito uma falsa ameça de bomba. A ameaça teria sido feita em uma carta entregue a um dos tripulantes.

A avião levava 269 passageiros e 13 tripulantes.

"A aeronave decolou de Doha e estava chegando a Manchester quando foi escoltada até o aeroporto pela RAF, como resultado de informações recebidas pelo piloto sobre um possível dispositivo ilícito a bordo", disse o superintendente-chefe da polícia de Manchester, John O'Hare, em comunicado.

O'Hare informou ainda que a resposta será "proporcional" à ameaça, e "a segurança das pessoas a bordo, dentro e próximo ao aeroporto" é a maior preocupação dos agentes.

O avião da Qatar Airways foi levado a uma área isolada do aeroporto de Manchester. Todos os pousos e decolagens foram temporariamente suspensos no aeroporto.

Em nota a Qatar Airways confirmou que "o voo QR23 de Doha para Manchester, pousou de forma segura no aeroporto de Manchester antes do horário previsto, às 13h15. (...) A equipe a bordo recebeu uma ameaça sobre um possível equipamento e a Qatar Airways imediatamente tomou todas as precauções necessárias para alertar as autoridades britânicas".


Fonte: UOL e agências internacionais

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