CRUZEX V - Campina Grande recebe uma Célula de Comunicação e Controle
Num conflito armado, para que as Unidades Aéreas desdobradas possam conhecer, cumprir e relatar suas missões, é fundamental que toda a estrutura de comunicação e controle esteja pronta e apta para as trocas de informações seguras com o centro de Comando. No Aeroporto João Suassuna, em Campina Grande (PB), o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1° GCC) finalizou a montagem da Seção Móvel de Operações Aéreas para que o Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7°/8° GAv – Esquadrão Harpia) possa se comunicar com o Comando de Operações da CRUZEX V.
Foi instalado um Shelter, uma espécie de barraca climatizada, com uma estação de comunicação via satélite para disponibilizar sinais de rede, telefonia e videoconferência, e uma estação de rádio HF (alta frequencia) para comunicação de voz e backup dos dados em caso de perda do sinal de satelite. Também foram instalados cinco computadores, impressora, data-show e telões de projeção para contatos em tempo real.
O Tenente Túlio Barbosa Leal, do 3°/1° GCC, explica que sem o suporte em terra que garanta a segurança das comunicações, fica reduzida a capacidade operacional do Esquadrão Aéreo, comprometendo a cadeia de Comando e Controle, fundamental para o sucesso no combate. “Nós damos o apoio fundamental para que haja a comunicação entre a unidade deslocada e o Comando do Exercício, para que as ordens de missão e os posteriores relatórios possam tramitar com segurança. Desta forma, posso dizer que sou um elo de apoio à Unidade Aérea, pois sem comunicações, ela ficaria isolada e vulnerável”, ressalta.
Para que todo esse aparato possa funcionar sem interrupção, foram instalados também geradores como backups da energia local e uma unidade de energia ininterrupta (UPS) para manter o fornecimento constante e estabilizado.
Foto: Tenente Alexandre Fernandez / Agência Força Aérea
CRUZEX V – A GUERRA É SIMULADA, O TREINAMENTO É REAL.
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Fonte: Alexandre Fernandez/ Agência Força Aérea
Foi instalado um Shelter, uma espécie de barraca climatizada, com uma estação de comunicação via satélite para disponibilizar sinais de rede, telefonia e videoconferência, e uma estação de rádio HF (alta frequencia) para comunicação de voz e backup dos dados em caso de perda do sinal de satelite. Também foram instalados cinco computadores, impressora, data-show e telões de projeção para contatos em tempo real.
O Tenente Túlio Barbosa Leal, do 3°/1° GCC, explica que sem o suporte em terra que garanta a segurança das comunicações, fica reduzida a capacidade operacional do Esquadrão Aéreo, comprometendo a cadeia de Comando e Controle, fundamental para o sucesso no combate. “Nós damos o apoio fundamental para que haja a comunicação entre a unidade deslocada e o Comando do Exercício, para que as ordens de missão e os posteriores relatórios possam tramitar com segurança. Desta forma, posso dizer que sou um elo de apoio à Unidade Aérea, pois sem comunicações, ela ficaria isolada e vulnerável”, ressalta.
Para que todo esse aparato possa funcionar sem interrupção, foram instalados também geradores como backups da energia local e uma unidade de energia ininterrupta (UPS) para manter o fornecimento constante e estabilizado.
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